“Roque Santeiro” vira musical e pode ser estrelado por Ricardo Pereira

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ricardoA safra de musicais “brazucas” parece que será farta em 2015. Sobretudo, sobre tramas inspiradas no folhetim novelesco nacional. Após a anúncio da produção de um espetáculo inspirado em “O Bem Amado“, outra trama ganhará os palcos no próximo ano: “Roque Santeiro“, que pode ter como protagonista o ator Ricardo Pereira, a principio convidado pela Brancalyone, produtora por trás do projeto.

Considerada já um clássico da teledramaturgia nacional, Roque Santeiro foi inspirado na peça de Dias Gomes de 1963, sob o nome “O berço do herói”. Em 1965, quando chegou aos palcos, foi censurada pela governo durante a Ditadura. Dez anos depois, a TV Globo iniciou um projeto para transformar a narrativa em novela, mas foi barrada também pela censura novamente. Apenas no período final do regime militar a trama chegou à televisão, estrelada por José Wilker, Regina Duarte e Lima Duarte.

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Em agosto deste ano a produção recebeu a aprovação de uma verba de R$ 2,8 milhões para a montagem do musical, que ainda não tem data definida para estrear.

*Com informações do G1

*Atualizado às 18h28h do dia 23/09/2014

Os novos horizontes de Igor Rickli

Dos palcos para a televisão… Igor Rickli, mais conhecido nos palcos de musicais, dará um novo passo em sua carreira. O rapaz de rosto bonito e pouco conhecido nas telas, já havia encarado o cinema, no filme “O tempo e o vento” e também já tinha feito em 2010, uma aparição no seriado da TV Globo, “A Vida Alheia”, com o personagem Amadeu. Com as portas abertas na emissora, agora ele se prepara para ser oficialmente um Global e viver Alberto, um vilão apaixonado pela bela Grazi Massafera, na próxima novela das 18h, “Flor do Caribe”, que entrará no lugar de “Lado a Lado”. Com texto de Walther Negrão e direção de Jayme Monjardim, a trama que estreia em 2013 será uma experiência no mínimo uma excelente janela.

O paranaense de Ponta Grossa cresceu em uma fazenda e descobriu seus talentos para o teatro aos 6 anos, na igreja em que a família frequentava, passou pela fase de “produtor”, onde cuidava das suas próprias peças, mas aos 18 anos resolveu investir na carreira e se profissionalizar na área, deixou a vida no campo e mudou-se para o Rio de Janeiro a 7 anos, e desde então vem buscando realizar seu sonho de ser um ator de sucesso! Ele, que antes de ser ator tentou profissões como a de modelo aos 17 anos, gerenciou uma lanchonete, mas nunca deixou de estudar arte, fez diversos cursos e workshops, chegou a ir para a Universal em Nova York e sempre se arriscou em testes, até que a oportunidade chegou através de Monjardim, praticamente um padrinho, pois o conheceu no teatro, escalou para o cinema e agora o convidou para a novela.

Mas apesar de todas essas passagens pela profissão, foi na cidade maravilhosa, no musical “Hair”, de Charles Möeller e Claudio Botelho, que ele realmente marcou território. Juntamente com o ator Hugo Bonemer protagonizou um dos espetáculos mais comentados e polêmicos (por conta de uma cena de nudez e apelos politicamente incorretos) – até hoje! A peça se passa em Nova York, nos anos 60, em plena “Era de Aquário” tem Igor no papel do hippie Bergeruma pessoa sem limites e que “comandava” uma tribo de jovens aparentemente bem resolvidos, mas com certos conflitos pessoais a começar pelo relacionamento com seus pais. Pregavam o amor e o sexo livre, as drogas e o rock and roll, fugiam do trabalho e especialmente do alistamento ao exercito – momento que em uma determinada cena, os jovens queimam seus cartões.

Depois do sucesso no Rio de Janeiro, a peça seguiu para São Paulo, mas ele se enraizou por lá e se envolveu num outro projeto, da mesma dupla de feras, Igor integrou o elenco do musical “Judy Garland – o fim do arco-íris”, no papel de Mickey Deans, que viria a ser o último dos 5 maridos da eterna Dorothy.

O ator e cantor, que sem dúvida está em uma fase profissional pra lá de especial, ainda tem sorte no amor: A 2 anos ele vive um relacionamento com a também atriz e cantora de musicais,  Aline Winkler (ex Rouge),com quem contracenou em “Hair” – e onde tudo começou, na certa vivem um relacionamento pra lá de musical e cheio de troca de experiências.

Dá pra ser melhor?!

…Dá sim, mas só no ano que vem, com a estreia do novo folhetim “Flor do Caribe”