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Lei Aldir Blanc – que socorre artistas em meio à pandemia – é sancionada

Próximo passo é a divisão dos recursos entre Estados e municípios

Após aprovação no Senado, foi sancionada a Lei Aldir Blanc (Projeto de Lei 1075), aparato jurídico que garante um auxílio ao setor cultural em meio à pandemia da Covid-19, que fechou os estabelecimentos e eventos culturais do país como medida preventiva para evitar o aumento do contágio do novo coronavírus. O nome da legislação é uma homenagem ao compositor e cronista falecido em maio deste ano, vítima das complicações causadas pela doença viral.

Assinada hoje, 29, pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, a lei garante um total de R$ 3.600.000.000 (três bilhões e seiscentos milhões de reais) para profissionais do setor, a ser pago sob o formato de renda mensal emergencial no valor de R$ 600,00, semelhante ao benefício do Governo Federal já oferecido nos últimos meses aos trabalhadores informais de baixa renda e beneficiários do programa social Bolsa Família.

Além da renda emergencial, a legislação garante um ‘socorro financeiro’ mensal nos valores entre R$ 3 mil e R$ 10 mil para empresas culturais, cooperativas de artistas, organizações e espaços culturais que foram fechados neste momento.

A medida, proposta pelas deputadas federais Benedita da Silva (PT) e Jandira Feghali (PC do B), foi comemorada pelas proponentes nesta noite, véspera do fim do prazo para aprovação (30 de junho).

A lei entra em vigor imediatamente. Agora, Estados, Municípios e Distrito Federal entram em discussão para a distribuição do benefício com transparência, clareza e agilidade para atender os que precisam dos recursos.

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Cláudio Martins

Jornalista formado pela FACHA (RJ) e fundador do A Broadway é Aqui!

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