“Estúpido Cupido” e “Dançando no Escuro” – Musicais retornam à cena no RJ

Dois musicais estão de volta à cena teatral do Rio de Janeiro. Um deles é “Estúpido Cupido – O Musical“, produção já assistida por mais de 50 mil pessoas em 15 meses de temporada, entre Rio e São Paulo. Estrelada por Françoise Forton, a comédia musical relembra os clássicos dos anos 1960 e 1970, como “Banho de Lua”, “Estúpido Cupido”, “I’ve Got You Under My Skin”, além de “I’m Still Here”, de Stephen Sondheim, conhecido compositor de musicais da Broadway. Também estão no elenco Carla Diaz, Carlos Bonow, Marcelo Baduh, Andréa Dantas, Maria Sita, Luísa Viotti, Julia Guerra, Ryene Chermont, Mateus Penna Firme e Ricardo Knupp.

Françoise Forton estrela comédia musical embalada por hits dos anos 1960 e 1970

O enredo traz Françoise na pele de “Tetê”, uma consagrada atriz e apresentadora de um programa de televisão, que discute com sua melhor amiga se deve ir ou não a uma reunião de ex-alunos do colégio onde estudava. Durante o evento, a personagem se encontra com figuras que fizeram parte do sua história enquanto jovem – sua rival Rita, seu ex-marido Frankie e o galã da escola e antiga paixão Teddy, acompanhado de uma nova namorada na casa dos 20 anos, Danielly. A partir daí, está armado o cenário para divertidas confusões diante dos rumos que os personagens tomaram na vida e o conflito de gerações entre Tetê e seus amigos e a novata Danielly.

Serviço

Onde: Teatro Vannucci – Rua Marquês de São Vicente, 52 – Shopping da Gávea.

Quando: Até 27 de maio – Quinta 20h/ Sexta e sábado 21h/ Domingo 20h

Quanto: Quinta e sexta R$80 (inteira) / R$40,00 (meia) // Sábado e domingo R$90 (inteira) / R$45,00 (meia)

“Dançando no Escuro – O Musical”

Outro musical que está de volta ao Rio de Janeiro é “Dançando no Escuro“, única adaptação do filme de mesmo nome para o teatro, dirigido por Lars von Trier e estrelado pela cantora Bjork. Tal como no longa metragem, o espetáculo teatral conta a história da imigrante Selma (Juliane Bodini), que chega da República Tcheca nos Estados Unidos em busca de tratamento para uma doença degenerativa que pode causar cegueira a ela e filho Gene, de 12 anos.

Em terras norte-americanas, o passatempo de Selma, longe da fábrica onde trabalha, é assistir musicais da era de ouro do cinema. A própria trilha da peça traz algumas dessas canções, adaptadas para o contexto tocante da narrativa. Idealizado por Juliane Bodini e Luis Antônio Fortes, a obra levanta a bandeira da inclusão.  A banda que executa as canções tem entre seus instrumentistas um cego, além de serem realizadas sessões com libras e audiodescrição, distribuição de programas em braile e visitas guiadas para pessoas com problemas visuais conhecerem o cenário do espetáculo.

Serviço

Onde: Teatro da SESI, Centro, Rio de Janeiro – Avenida Graça Aranha, 1

Quando: 19 de abril a 20 de maio. De quinta à sábado às 19h. Domingo às 18h.

Quanto: R$ 40,00

 

 

 

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