Conheça os indicados ao Prêmio Shell 2016

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A 29ª edição do Prêmio Shell, um dos mais relevantes prêmios teatrais brasileiros, divulgou no último dia 13 a relação de espetáculos concorrentes da temporada 2016. Entre as muitas peças que estão presentes na listagem, há também musicais que estiveram em cartaz em São Paulo e Rio de Janeiro, como “Gota d’água [a seco]”, “Chica da Silva – O Musical”, “Auê”, “My Fair Lady”, “Forever Young” e “O Grande Sucesso”. Além da tradicional escultura criada pelo artista Domenico Calabrone, o vencedor em cada categoria recebe uma quantia de R$ 8 mil. Veja abaixo a relação dos indicados, divididos entre o São Paulo e Rio de Janeiro.

São Paulo

Primeiro semestre

  • Autor:
    Leando Cortez por “Sala dos professores”
    Rudinei Borges por “Dezuó, breviário das águas”
  • Direção:
    Felipe Hirsh por “A tragédia latino-americana”
    Marco Antônio Pâmio por “Playground”
  • Ator:
    Mateus Monteiro por “Playground”
    Pedro Vieira por “Eu tenho tudo”
  • Atriz:
    Miriam Mehler por “Fora do mundo”
    Regiane Alves por “Para tão longo amor”
  • Cenário:
    Daniela Thomas e Felipe Tassara por “A Tragédia latino-americana”
    Telumi Hellen por “Dezuó, breviário das águas”
  • Figurino:
    Gabriel Villela por “Rainhas do Orinoco”
    Márcio Medina por “Cabras – cabeças que voam, cabeças que rolam”
  • Iluminação:
    Aline Santine por “Cabras – cabeças que voam, cabeças que rolam”
    Caetano Vilela por “As benevolentes”
  • Música:
    Arthur de Faria por “A Tragédia latino-americana”
    Dr. Morris por “Cabras – cabeças que voam, cabeças que rolam”
  • Inovação:
    Centro Cultural São Paulo pelo estímulo à experimentação de novas formas cênicas, dramatúrgicas e de produção por meio do projeto “Mostra de Dramaturgia em Pequenos Formatos Cênicos”.

Segundo semestre

  • Autor:
    Diego Fortes por “O grande sucesso”
    Vinicius Calderoni por “Os arqueólogos”
  • Direção:
    Kiko Marques por “Sínthia”
    Roberto Alvim por “Leite Derramado”
  • Ator:
    Stefanini por “O pai”
    Paulo Szot por “My fair lady”
  • Atriz:
    Denise Weinberg por “Sínthia”
    Juliana Galdino por “Leite Derramado”
  • Cenário:
    Beto Mainieri por “A melancolia de Pandora”
    Coletivo Bijari por ‘Adeus palhaços mortos”
  • Figurino:
    Bia Piaretti e Carol Reissman por “Cabaré Fucô”
    Karen Brusttolin por “O grande sucesso”
  • Iluminação:
    Domingos Quintiliano por “Leite Derramado”
    Miló Martins por “Um berço de pedra”
  • Música:
    Gilson Fukoshima por “O grande sucesso”
    Miguel Briamonte por “Forever Young”
  • Inovação:
    SP Escola de Teatro Centro de Formação das Artes do Palco” pela formação de profissionais na área técnica e artística sob uma política pedagógica contemporânea.
    “Grupo Parlapatões” pela contínua atividade e manutenção de espetáculos em repertório em seu espaço, privilegiando a variedade de linguagens artísticas.

 

Rio de Janeiro

Primeiro semestre

  • Autor:
    Marcia Zanelatto, Jô Bilac e Pedro Kosovski por “Fatal”
    Diogo Liberano por “Os sonhadores”
  • Direção:
    Duda Maia por “Auê”
    Vinícius Arneiro por “Os sonhadores”
  • Ator:
    Marcelo Escorel por “Vaidades e tolices”
    Matheus Nachtergaele por “Processo de conscerto do desejo”
  • Atriz:
    Adassa Martins por “Se eu fosse Iracema”
    Debora Bloch por “Os realistas”
    Helena Varvaki por “A outra casa”
  • Cenário:
    Adriano Guimarães, Fernando Guimarães e Ismael
    Monticelli por ” Hamlet – processo de revelação”
    Aurora dos Campos por “Os sonhadores”
  • Figurino:
    Kika Lopes por “Gota D’Água (a seco)”
    Luiza Fradin por ” Se eu fosse Iracema”
  • Iluminação:
    Irmãos Fernanda e Tiago Mantovani por “Missa para Clarice”
    Renato Machado por “Auê”
  • Música:
    Alfredo Del-Penho e Beto Lemos por “Auê”
    Pedro Luís por “Gota D’Água (a seco)”
  • Inovação:
    Fernando Libonati e Marco Nanini, pelo espírito empreendedor de investir no próprio setor teatral através do conjunto de iniciativas Galpão e Garagem Gamboa, Reduto e Hospedaria.

Segundo semestre

  • Autor:
    Felipe Vidal por “Cabeça [um documentário cênico]”
    Grace Passô por “Vaga carne”
  • Direção:
    Aderbal Freire-Filho por “A paz perpétua”
    Ana Teixeira e Stéphane Brodt por “Os cadernos de Kindzu”
    André Curti e Artur Luanda Ribeiro por “Gritos”
  • Ator:
    Joelson Gusson por “Tran-se”
    Marcos Caruso por “O escândalo de Philipe Dussart”
    Thiago Catarino por “Os cadernos de Kindzu”
  • Atriz:
    Fernanda Nobre por “O corpo da mulher como campo de batalha”
    Vilma Melo por “Chica da Silva, o musical”
  • Cenário:
    André Curti e Artur Luanda Ribeiro por “Gritos”
    André Cortez por “Noés”
  • Figurino:
    Marcelo Olinto por “A invenção do amor”
    Paula Ströher por “Tran-se”
  • Iluminação:
    Paulo Medeiros por “Imagina esse palco que se mexe”
    Renato Machado por “Uma praça entre dois prédios próximo de um chaveiro, grafites na parede e uma árvore”
  • Música:
    Luciano Moreira e Felipe Vidal por “Cabeça [um documentário cênico]”
    Stéphane Brodt e atores por “Os cadernos de Kindzu”
  • Inovação:
    Rede Baixada em Cena” pelo movimento de discutir a criação estética e o poder de mobilização de 18 coletivos de 13 cidades da Baixada Fluminense.
    Grupo Teatro da Laje” pela criação da Escola de Teatro da Laje e residência artística na Arena Carioca Dicró em 2016.
    Projeto Ocupação Rio Diversidade” por fomentar a discussão em torno da identidade de gênero através do teatro.
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