Sucesso na Broadway, “Cinderella, o Musical” chega à São Paulo

“Quando falamos de Cinderella, automaticamente linkamos ao conto infantil da Disney, ao filme mais recente, mas precisamos lembrar que trata-se de um conto chinês de 800 AC, que chegou à Europa, foi relido pelos irmãos Grimm, mas foi relido praticamente em todas as mitologias, até a indígena”. Assim relembra o diretor Charles Möeller, sobre o sucesso universal e atemporal, que estreia no Teatro Alfa, em São Paulo.

Particularmente baseado na versão francesa Cendrillon ou La Petite Pantoufle de Verre, de Charles Perrault, o clássico que chega hoje aos palcos brasileiros, ficou conhecido em 1957, ao ser escrito especialmente para a televisão, estrelado por Julie Andrews, e assistido por 100 milhões de pessoas. Após 56 anos, abriu suas cortinas na Broadway, dando início às previews em 25 de janeiro, e estreando oficialmente no dia 3 de março, no Broadway Theatre.

“Cinderella é uma história sobre amor, bondade, compaixão, e perdão”, explica Bianca Tadini, que dará vida à jovem bela e humilde, que com a ajuda de uma Fada Madrinha, se torna Princesa. Bianca, que vem de uma fase bem sucedida como versionista, brilhará em cena ao lado de um elenco de 22 nomes, entre eles Bruno Narchi, no papel do Príncipe Topher, Totia Meirelles, no papel da Madrasta – no musical chamada de “Madame”, Tiago Barbosa, como Lord Pinklenton e alternante de Topher às quintas-feiras, Giulia Nadruz, Raquel Antunes, e Ivanna Domenyco.

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O espetáculo, que não se trata de uma franquia e recebeu toques bem humorados e abrasileirados, tem seus diferenciais, e de acordo com Totia, “é um teatro infantil, mas para todos. Ele não tem uma linguagem infantiloide, é um texto muito real, e que não subestima a inteligencia da criança”.
“Cinderella, o Musical”
, de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein, produzido pela Fábula Entretenimento, estreia sob a direção da dupla Charles Möeller & Claudio Botelho  responsável também pelas versões -, e a direção musical de Carlos Bauzys, que comandará uma clássica orquestra de 16 músicos – incluindo um harpista.
Os figurinos são assinados por Carol Lobato, o design de luz por Maneco Quinderé, os cenários por Rogério Falcão, e as coreografias por Alonso Barros.

Veja fotos do espetáculo, por Amanda Cibele.

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