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“Meu Filho é um Musical” revela intérpretes de Paulo Gustavo

Com produção da Touché Entretenimento e Déa Lúcia, espetáculo anuncia primeiros nomes e antecipa abordagem da narrativa.

Com estreia marcada para 28 de maio, no Teatro Multiplan, no Rio de Janeiro, “Meu Filho é um Musical” começa a revelar os contornos de sua encenação ao anunciar os primeiros nomes que darão vida a Paulo Gustavo nos palcos. Em matéria exclusiva exibida no Fantástico no último domingo, 22, João Pedro Chaseliov e Pierre Baitelli assumem o papel do artista em sistema de alternância — cada um à frente de sessões distintas ao longo da temporada, sem divisão do personagem em cena. Na infância, o papel será interpretado por Miguel Venerabile, Gabriel Gentil e Guilherme Baleixo, que também se revezam nas apresentações.

O espetáculo tem direção de João Fonseca e Ju Amaral — que também assina a idealização ao lado de Déa Lúcia —, com produção de Déa Lúcia e da Touché Entretenimento, de Renata Borges. A equipe criativa reúne Tony Lucchesi na direção musical e nos arranjos, Daniel Salve nas músicas e letras originais, Alonso Barros na coreografia e direção de movimento e Fil Braz no roteiro, desenvolvido com colaboração dramatúrgica da pesquisadora Beatriz Coelho. Completam o time Anderson Bueno no visagismo, Theodoro Cochrane nos figurinos, Nello Marrese na cenografia, Daniela Sanchez no desenho de luz e Gabriel D’Angelo e André Breda no desenho de som.

Após a temporada no Rio de Janeiro, o espetáculo tem previsão de seguir para São Paulo e outras cidades do país. A divulgação dos primeiros nomes marca o início de uma nova etapa de comunicação do projeto, que deve anunciar, em breve, o restante do elenco e novos desdobramentos da montagem. Mais do que revisitar uma trajetória de enorme sucesso, “Meu Filho é um Musical” se aproxima de uma figura que permanece viva no imaginário do público brasileiro. Paulo Gustavo construiu, ao longo de sua carreira, uma relação direta e rara com as pessoas, atravessando gerações com um humor profundamente conectado à vida cotidiana, às relações familiares e às contradições do país — e levar essa história ao palco é, também, um gesto de reencontro, não apenas com o artista, mas com tudo o que ele mobilizou em cena e fora dela.

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