Disney avalia possibilidade de sequência para o live-action de “Aladdin”

Ocupando a terceira posição da lista de bilheteria dentre os live-actions da Disney, o sucesso de “Aladdin”, com mais de US$1 bilhão arrecadado, ainda repercute entre os fãs e os envolvidos da superprodução estrelada por Mena Massoud, Naomi Scott, Will Smith e Marwan Kenzari. Tamanho retorno positivo colocou o quarteto protagonista mais uma vez na mira do produtor Dan Lin, que não esconde o interesse em uma sequência e nem seus planos para ela.

A informação, que começou a circular no mês de julho, pouco tempo após o lançamento da adaptação nos cinemas, ganhou novo fôlego nesta semana, e, de acordo com a imprensa americana, existe uma vontade declarada por Lin de levar às telas uma nova aventura com o povo de Agrabah, uma ideia que inicialmente estaria sendo pensada com base na animação “O Retorno de Jafar”, de 1994, mas sem desconsiderar a possibilidade de um roteiro inédito ser apresentado e aprovado pelos estúdios Disney, e que pode ou não contar com a dobradinha de Guy Ritchie na direção.

Em entrevista ao site Comic Book, o produtor confirmou as conversas em andamento.
Quando fizemos o primeiro filme queríamos apenas fazer o melhor filme que pudéssemos e permitir que o público nos dissesse se queriam ver mais. E eu diria que o público quer ver mais. Eles assistiram a esse filme várias vezes. Nós temos muitas cartas de fãs que realmente voltaram levando seus amigos e a família. Nós sentimos que há mais histórias para contar e vamos tratá-lo da mesma maneira que tratamos o filme original de ‘Aladdin’, sem fazer um remake do remake de tudo o que já foi feito antes”, contou Dan Lin.

Ainda não existe nenhuma ventilação sobre datas e rumos, mas até lá, o filme, que no Brasil contou com vozes de Daniel Garcia, Lara Suleiman, Márcio Simões, Rodrigo Miallaret, entre outros, chega às lojas em Blu-Ray e DVD a partir de 11 de setembro.

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Filme musical “Descendentes 3” estreia no Disney Channel

A ideia de reunir os filhos dos principais personagens da Disney, com foco nos vilões, em um longa musical original, “Descendentes”, segue a linha de acertos do Disney Channel, que depois de “High School Musical”, considerado o mais bem sucedido filme do canal produzido com sequência de televisão, repetiu o sucesso com as tramas em torno de Mal, filha da Malévola vivida por Dove Cameron, Evie, filha da Rainha Má vivida por Sofia Carson, Carlos, filho da Cruella de Vil vivido por Cameron Boyce – falecido há pouco mais de um mês -, e Jay, filho de Jafar, vivido por Booboo Stewart. A primeira produção estreou no Brasil em 16 de agosto de 2015, já a sequência chegou às telas em 2017 e a terceira e última parte, “Descendentes 3”, pode ser visto a partir desta sexta, 09, no canal fechado.

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Para entender um pouco da história, é preciso saber que, tudo começou após o casamento da Bela com a Fera, que como Rei, acabou por unir todos os reinos dos mais famosos contos de fadas dos estúdios Disney e para isso, criou-se os Estados Unidos de Auradon, porém, os conhecidos vilões acabaram banidos para a “Ilha dos Perdidos”, criando assim dois mundos separados por uma barreira mágica. Tudo começa a mudar após 20 anos, quando o Príncipe Ben, perto de sua coroação, decide dar a oportunidade para quatro filhos de vilões viverem em seu reino, e apesar dos temores, conta com a ajuda de seus pais.
Os adolescentes rebeldes escolhidos acabam por receber uma missão de Malévola, a de quebrar a barreira, iniciando assim uma série de aventuras, além de histórias de amizade, amor, de busca por igualdade, que os levam a descobrir personalidades diferentes das de seus pais e a ter que decidir por qual caminho seguir, o do bem ou mal.

Fechando a trilogia dirigida por Kenny Ortega, uma nova personagem ganha destaque na história, trata-se de Audrey (Sarah Jeffery), ex namorada de Ben e filha da Bela Adormecida e do Príncipe Filipe – o que não garante a ela traços de bondade. Movida pelo ciúme que sente por Mal, noiva do neto de Maurice, ela parece não guardar rancor daquela que fez sua mãe espetar o dedo na roca e adormecer, e decide tentar roubar o cajado de Malévola para conquistar todo o poder necessário para destruir o reino. Outros dois vilões também estão sob os holofotes no novo filme, Hades, de Hércules, e Celia Facilier, filha do Dr. Facilier, de “A Princesa e o Sapo”.

Confira um trecho e saiba o que esperar de 106 minutos de muita música, coreografia e muitas aventuras mostrando que nem todo mundo é 100% bom ou mau.

(!!!) Após a exibição do filme, a Disney fará uma homenagem ao ator Cameron Boyce, que faleceu aos 20 anos no dia 06 de julho deste ano, enquanto dormia, após uma convulsão causada por epilepsia, e veiculará um vídeo para relembrar os melhores momentos da carreira do jovem.

Dublagem

Para os que gostam de conhecer as vozes por trás dos personagens, a produção traz nomes como Daniel Garcia, mais conhecido como Gloria Groove, que dubla o Príncipe/Rei Ben. Experiente no universo da dublagem, recentemente ele foi também a voz de Aladdin no live-action de mesmo nome. A atriz mirim Gigi Patta é quem dubla Celia Facilier, mas sua voz já foi emprestada a Annabel Banks em “O Retorno de Mary Poppins” e ela pode ser vista também nos palcos, tendo integrado o elenco de produções musicais como “A Noviça Rebelde”, “Billy Elliot” e a mais recente “Escola do Rock”, que estreia na próxima quinta, 15, no Teatro Santander. Outro nome que participa da dublagem é Felipe Volpato, responsável por dublar Carlos de Vil. Lipe, como é conhecido, também pode ser visto no teatro musical, no papel de Pedro em “Castelo Rá-Tim-Bum”, que estreia sua segunda temporada nesta sexta, 09, no Theatro NET SP.

Entrevista: Márcio Simões, a voz por trás do Gênio da Lâmpada, de “Aladdin”, há 27 anos

Assistir a um filme dublado sempre divide opiniões. Há quem prefira as vozes originais, mas há também quem tenha se acostumado com uma referência antiga e não consiga se desconectar da famosa “memória auditiva” e muitas vezes, emotiva. Normalmente é o que acontece com profissionais como Márcio Simões, considerado um dos maiores nomes da dublagem no Brasil há mais de 30 anos, e que contou com exclusividade ao B! sobre essa trajetória de sucesso e seu retorno ao longa do momento, o live-action “Aladdin”, recorde de bilheteria nos cinemas desde seu lançamento, em 23 de maio.

O carioca responsável por dar voz a dezenas de personagens interpretados por grandes nomes de Hollywood, além das famosas animações, carrega consigo muitos marcos desde 1986, quando, apesar de formado em Engenharia Civil na UFRJ, decidiu apostar em algo com que se identificava desde pequeno. “Quando eu era criança adorava imitar desenho animado, fazer as vozes dos personagens da minha época, e sempre pensei assim: ‘- caramba, bem que eu poderia ser tradutor!’ – naquele tempo eu não tinha ideia do que era ser dublador. Ai o tempo passou, eu me formei, não exerci, e logo entendi que não tinha nada a ver com a Engenharia. Eu fui trabalhar em rádio, trabalhei na Globo FM, na Estácio, e na época em que estava na Estácio pintou o curso do Newton da Matta, lá na faculdade mesmo, e me interessei. Como eu já trabalhava na rádio, fiz curso e enfim, estou aí até hoje”, conta.

Mas se engana quem pensa que ele conquistou grandes papéis rapidamente, pois os testes sempre fizeram parte da trajetória de Márcio – que precisou de alguns anos para conquistar seu espaço entre os principais produtores da época, além do respeito de colegas de profissão. Uma escada de aprendizado foi subida degrau por degrau através de diversos trabalhos menores, de pouca fala e muito vozerio – termo que se usa para cenas em que o encontro de várias vozes acontece, encorpando um ambiente publico. “No início foi difícil, porque eu tinha que provar para os diretores que eu era bom, mostrar o meu trabalho, e isso naquela época levava um bom tempo, levava anos, a gente não tinha essa oportunidade assim tão rápido, as coisas não aconteciam como hoje em dia, então a gente passava um tempo até as pessoas conhecerem e gostarem da gente. Só depois desse processo que era escalado para coisas melhores”, relembra.

No meio dessas “coisas melhores” surgiu um convite que se tornaria o divisor de águas na carreira de Márcio Simões, fincando sua bandeira na história da dublagem. O desafio era dar vida ao Gênio da Lâmpada, da animação de “Aladdin”, um dos maiores clássicos da Disney lançado em 1992. A voz original foi dada por Robin Williams, que também se consagrou no papel, mas antes de viver essa responsabilidade tamanha, ele quase deu vida ao mais famoso caranguejo de Walt Disney.
“Eu fui chamado para fazer o teste para o Sebastião, de ‘A Pequena Sereia’ (1989), mesmo sem os diretores me conhecerem tanto. Eu já tinha feito algumas coisas legais, mas aquela confiança necessária da época ainda não tinha. Acabou que não consegui chegar no teste na hora e fui substituído, fiquei chateado pra caramba, mas ele acabou sendo dublado pelo André Filho, que fez maravilhosamente bem. O tempo passou e o desenho seguinte que veio foi o ‘Aladdin’, então o diretor que tinha me escalado naquela época acabou me chamando de novo. Eu fiz o teste com mais três pessoas e ganhei. O Telmo, que foi o diretor, ainda não era muito seguro quanto ao meu trabalho, mas ele foi vendo a coisa acontecer, a gente se adaptando ao que precisava na hora, e fui começando a ganhar mais confiança. Só depois que fiz o trabalho do ‘Aladdin’ que passei a ser reconhecido pelos colegas como um bom dublador e os diretores começaram a me dar mais oportunidades, as portas foram se abrindo”, explica ele, lembrando ainda que, antigamente, o processo para ocupar um lugar nesse mercado vinha muito do boca a boca, da indicação entre os criativos do meio.

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Agora, quase três décadas depois, a voz que eternizou o grande amigo azul de Aladdin está de volta na versão live-action, que conta ainda com Daniel Garcia, Lara Suleiman e Rodrigo Miallaret no time de dubladores, e diferente do que muitos pensam, ele não foi diretamente escolhido para reviver o personagem, mesmo sendo considerado o dublador oficial de Will Smith no Brasil: “Nesses 27 anos eu também dublei o Robin Williams em vários filmes depois do Gênio, mas tive que gravar um teste de canção e cena, que foi enviado para a Disney para eles aprovarem lá. E mesmo depois de aprovado, se não tivesse ficado bom, eles pediriam para refazer, então não tem muito essa coisa de ‘-ah, mas tem que ser o Marcio Simões!’. Infelizmente hoje em dia isso não conta mais, é uma pressão legal, mas é o cliente que decide. Se eles tivessem optado por colocar um cantor, ou um ator-cantor de musical, que é o que tem acontecido ultimamente, seria assim e pronto, mas eu dei sorte. Fiz o teste, eles gostaram e foi, de novo, um bom trabalho”, comemora.

O longa musical que superou a bilheteria de “Vingadores” no país ganhou contornos mais modernos com o trio protagonista vivido por Mena Massoud, Naomi Scott e Will Smith, e por mais referências que Márcio pudesse ter sobre o papel, ele precisou ser tateado do zero, e as diferenças encontradas foram trabalhadas na adaptação através de orientações do estúdio e muito feeling. “Na verdade a orientação que eu tive da Disney para esse filme foi: ‘- esquece o Robin Williams, esquece que ele fez. Se concentra no que o Will Smith fez e faz exatamente igual’. E ai eu, junto com o diretor de dublagem e o diretor de canção, decidimos fazer frase por frase, com calma, para poder pegar tudo que ele fez e repetir, fazer igualzinho a ele, do jeitinho que ele fez, porque ele criou esse novo personagem né?! Ele fez uma homenagem ao Robin Williams, mas sem deixar de imprimir a característica dele, então tive que fazer exatamente assim, e por exemplo, aquelas imitações que o Robin fez, o Will não fez, ele se concentrou em dar aquela cara para o personagem, fazer uma coisa mais rapper, mais hip hop, daquele jeitão dele mesmo, e foi nisso que me concentrei também”.

Não é difícil encontrar quem diga que a famosa “magia Disney” impacta positivamente a vida de quem tem a oportunidade de trabalhar com ela. A possibilidade de “se tornar um personagem” é sonhada por muitos artistas, especialmente os dubladores, e Márcio ainda foi mais longe, dando voz a outros três conhecidos vilões,  Hopper de “Vida de Inseto”, Hades de “Hércules” e Randall Boggs de “Monstros S.A”, ao peixe Gill de “Procurando Nemo” e ao amigo de Lilo, Stitch, mas o seu carinho especial pelo Gênio é mesmo inegável, bem como o cuidado que tem com este trabalho, em suas duas vivências. “É claro que isso (de se tornar um personagem), para qualquer profissional da nossa área, é sensacional. Poder ter a chance de fazer um trabalho legal para a Disney, passar no cinema, na televisão, isso é claro que tem uma força danada na nossa carreira, projeta a gente bastante. Eu faço qualquer trabalho com muito cuidado, mas um trabalho para cinema, um trabalho de animação, voltado para as crianças, a gente tem um cuidado maior ainda, porque tem que pensar nas labiais, tem que ser engraçado, ser cativante, então isso é um negócio que, pra gente é um presente, poder fazer de novo esse trabalho como eu fiz, é um presente, de verdade!”.

Presença marcante na trilha sonora da história, Márcio solta a voz com segurança nas clássicas canções “A Noite Da Arábia”, “Nunca Teve Um Amigo Assim” e “Príncipe Ali”, e tudo porque além do trabalho como ator e dublador, ele é também músico e se aventura como cantor, tendo inclusive integrado uma banda e gravado um disco pela Som Livre, mas nada em que, nesses anos todos, tenha se empenhado profissionalmente. Outra curiosidade é o fato dele nunca ter participado de nenhuma produção teatral musical, embora apresente todos os pré-requisitos para isso, mas eis aí uma ideia que ele também não descarta. “Eu me divirto tocando violão, guitarra e cantando. Nos trabalhos que faço, aí sim, eu tento caprichar, mas não sou um cantor de teatro musical, eu sou um ator, um dublador que também canta. E eu até gosto de musicais, mas não acompanho de perto, nunca pensei em fazer um… Mas quem sabe, se algum dia tiver uma proposta, pode ser que eu me interesse, eu vou sim”, finaliza.

E o ator, cantor, dublador e músico, dividido em outras mil facetas de tantos personagens, tem um recado especial pra você, que sonha em entrar para o mágico mundo da dublagem, aperte o play e confira!

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Ouça a trilha sonora do live-action de Aladdin em português

Na véspera da estreia do live-actio nos cinemas, a Disney liberou também a trilha do filme, estrelado por Mena Massoud e Will Smith, dublados na versão brasileira por Daniel Garcia, mais conhecido pelo seu alter ego artístico Gloria Groove,  e por Márcio Simões, dublador original do Gênio no Brasil.

Já a princesa Jasmine, papel de Naomi Scott será dublada por Lara Suleiman, atriz que pôde ser vista como cover de Eponine na mais recente montagem de “Les Misérables” e que integrou o elenco de outras produções como “A Noviça Rebelde”, “Romeu e Julieta ao Som de Marisa Monte” e “Tick Tick… Boom”.

Para mais canções da versão em português acesse aqui.

Veja a lista de dubladores do live-action de Aladdin

A trilha conta ainda com um bônus. A faixa “Um Mundo Ideal”, versão nacional de “A Whole New World” ganhou uma adaptação cantada pelo trio Melim.

Saiba quem são as vozes por trás da dublagem do live-action de “Aladdin”

Após a divulgação de teasers, trailers, pôsteres e fotos ao longo dos últimos meses, novos mistérios em torno do live-action de “Aladdin”, que chega aos cinemas nesta quinta, 23, foram desvendados. A Disney lançou a trilha sonora em português e com ela o elenco escolhido para dublar os icônicos personagens de Agrabah na versão cinematográfica e musical dirigida por Guy Ritchie, com roteiro de John August, composições de Alan Menken (A Bela e a Fera e A Pequena Sereia) e letras de Howard Ashman e Tim Rice (O Rei Leão).

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Aladdin e Jasmine com vozes de Daniel Garcia e Lara Suleiman | Foto: Divulgação/Disney

A voz por trás do papel-título, estrelado por Mena Massoud, já havia sido revelada, trata-se de Daniel Garcia, veterano na arte da dublagem, mas principalmente conhecido na música, como a dragqueen e cantora Glória Groove. Já a princesa Jasmine, papel de Naomi Scott será dublada por Lara Suleiman, atriz que pôde ser vista como cover de Eponine na mais recente montagem de “Les Misérables” e que integrou o elenco de outras produções como “A Noviça Rebelde”, “Romeu e Julieta ao Som de Marisa Monte” e “Tick Tick… Boom”. Já o Gênio da Lâmpada terá mais uma vez a voz marcante de Márcio Simões, que revive 27 anos depois o papel agora interpretado por Will Smith. Sem relações com o universo do teatro musical, o dublador é conhecido por emprestar a voz a diversos personagens do rapper e vai mexer com o saudosismo dos fãs que não se esqueceram do ‘amigo azul’ eternizado por Robin Williams.

CONHEÇA LARA SULEIMAN, A VOZ DE JASMINE

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O Gênio da Lâmpada de Robin Williams e de Will Smith dublados por Márcio Simões.

CONHEÇA MÁRCIO SIMÕES, A VOZ DO GÊNIO DAS DUAS VERSÕES DE “ALADDIN”

Ainda no elenco principal, Rodrigo Miallaret, atualmente em “O Fantasma da Ópera”, dá vida ao Sultão, papel de Navid Negahban, mas essa não é a primeira vez que o ator é escalado como pai de uma princesa, antes de Jasmine, ele dublou Maurice, pai de Bela no live-action “A Bela e a Fera”, e interpretou a canção “Cores dos Momentos: Caixinha de Música”, composta especialmente para a trilha. Outros nomes conhecidos do teatro musical entoam vozes no coro das famosas canções.

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Sultão e Jasmine com vozes de Rodrigo Miallaret e Lara Suleiman | Foto: Divulgação/Disney

Mais dublagens…

Há muitos anos a Disney escolhe vozes marcantes dos palcos para dar vida aos seus personagens, da série “princesas” uma das primeiras foi a atriz e cantora Kiara Sasso, que redublou “A Pequena Sereia” em 1997 e até hoje é lembrada pelas canções de Ariel, especialmente “Parte do seu Mundo”. Outro nome que fez história foi Kacau Gomes, que deu voz à Tiana, de “A Princesa e o Sapo” – e também Mulan, que mesmo sem laços com a realeza é considerada a 8ª princesa da Disney, e mais recentemente foi a vez de Giulia Nadruz emprestar seu talento à Bela na versão live-action de “A Bela e a Fera”, em 2017.

Aladdin terá voz de Daniel Garcia, mais conhecido como Gloria Groove, em versão live-action

Com lançamento marcado para 23 de maio, a versão live-action da famosa animação “Aladdin”, considerada a segunda grande aposta da Disney para 2019, já divulgou dois trailers do longa musical, sendo o último com cenas icônicas e trechos cantados aumentando ainda mais a expectativa em torno das vozes que entoarão as clássicas músicas da trilha sonora como “Amigo Insuperável” e o aguardado dueto de “Um Mundo Ideal”.

Com o mercado de dublagens sendo cada vez mais abrilhantado por talentos do teatro musical, a exemplo de “A Bela e a Fera”, “Viva – A Vida é uma Festa”, “O Retorno de Mary Poppins”, a imprensa surpreendeu ao divulgar que quem dará voz ao personagem-título, interpretado por Mena Massoud, é Daniel Garcia, especialmente conhecido como a drag queen e cantora de Rap Gloria Groove, personagem real da vida do responsável por hits como “Dona”, “Gloriosa” e “Apaga a Luz”.

O jovem de 24 anos, nascido e criado na Vila Formosa, bairro de São Paulo, será o plebeu que se transforma em príncipe, e que na animação de 1992 foi de responsabilidade de Joseph Carasso Jr. na voz cantada e Marcus Jardym na voz falada.

Com mais de uma década de experiência como dublador, o artista multifacetado já pôde ser ouvido em outros personagens da Disney como nos seriados musicais “Hannah Montana”, no papel de Rico Suave, e “Descendentes” 1 e 2 como Rei Benjamin, e também em “Star contra as Forças do Mal”. A lista no currículo inclui ainda “Patrulha Canina”, “The Hollow”, “Digimon Xros Wars”, “As Aventuras de Doki” e “Power Rangers”.

Veja uma performance de Daniel/Glória cantando um sucesso da cantora Beyoncé: